sábado, 15 de setembro de 2012

Trabalhando a Capoeira na Escola

Essa semana vamos mostrar 2 maneiras que podemos dar aula:

Critica
O professor faz com que os alunos ajudem a formar as regras da brincadeira. Vejamos o exemplo:



Cavalaria e Capoeira:

Conforme as regras montadas pelos próprios alunos, os mesmos devem dançar e gingar capoeira enquanto a música toca, quando ela parar de, a cavalaria (2 alunos a principio) saem para pegar os capoeiras, que para fugir devem correr. Ao serem presos nas cadeias os capoeiras deveram fazer um Maculelê para conquistar sua liberdade (4 toques no corpo).



Com a ajuda dos alunos surge  uma variação da bricadeira, para salvar o capoeira que estiver na cadeia é necessário que outro capoeira vá até ele e realiza o Maculelê. O preso terá que repetir a sequência realizada. (nessa variação aumenta-se a quantidade de cavalaria).




Tecnicista
O professor passa os comandos e os alunos apenas realizam os exercícios. Vejam o exemplo:

Gingado com golpe:
Para treinar os movimentos já ensinados nas aulas anteriores realiza-se uma atividade simples. Espalhados em tabuleiro os alunos gingam no ritmo da música e ao parar a professora fala o nome de um golpe que os alunos devem realizar.





Após relembrados os golpes, realizam-se as sequências de Mestre Bimba para que posteriormente os alunos possam aplica-las na roda de capoeira. Ensina-se que os capoeiras só podem entrar na roda abaixados e pelo lado dos instrumentos, sempre comprimentando seu companheiro de roda.


Sequência 1:

Comprimento, Aú, ginga, armada, negativa, golpe de perna (ataque).


Sequência 2:

Comprimento, Aú, ginga, cocorinha, golpe de perna (ataque), negativa ou esquiva lateral.



Antes de aplicar na roda é legal juntar as duas sequencias, sendo que os alunos devem praticar em dupla, na qual um aluno realiza a sequência 1 e o outro a 2. Lembrando que devemos sempre respeitar as limitações de cada aluno
Veja:



Logo depois dessa atividade, os alunos formam a famosa  roda de Capoeira aonde devem realizar as sequência s 1 e 2 de Mestre Bimba: 





 Novos golpes:

Joelhada
-O movimento consiste em um ataque com os joelhos.

Fonte: http://www.google.com.br/imgres?hl=pt-BR&biw=1517&bih=653&tbm=isch&tbnid=pYjP4XE7TRNXQM:&imgrefurl=http://capoeiravan.tr.gg/Capoeira-Teknikleri.htm&docid=HZs1CmYeIrltNM&imgurl=http://capoeira-sumy.com/uploads/posts/moves/joelhada_3.png&w=100&h=125&ei=nihVUKnNIoSy8AShqoHYDA&zoom=1&iact=hc&vpx=1159&vpy=450&dur=916&hovh=100&hovw=80&tx=94&ty=115&sig=115981726381972257215&page=1&tbnh=100&tbnw=80&start=0&ndsp=21&ved=1t:429,r:19,s:0,i:129


Tesoura
-Segundo Torres e Santos  tesoura é um movimento de pulo na direção do adversário, aplicando então o movimento das pernas parecido com o fechamento de uma tesoura.


Fonte: http://www.google.com.br/imgres?num=10&hl=pt-BR&biw=1517&bih=701&tbm=isch&tbnid=pifB-Ni8sh8MfM:&imgrefurl=http://senzalapernambucanacapoeira.spaceblog.com.br/150773/tesoura/&docid=VgTjYpGw7EHJlM&imgurl=http://perlbal.hi-pi.com/blog-images/344597/gd/1213402140/tesoura.jpg&w=600&h=450&ei=TiNVUKe0OYX29gTSi4HACQ&zoom=1&iact=hc&vpx=176&vpy=162&dur=57&hovh=194&hovw=258&tx=162&ty=65&sig=115981726381972257215&page=1&tbnh=160&tbnw=220&start=0&ndsp=18&ved=1t:429,r:0,s:0,i:73


Tesoura de Bebe
-Um aluno fica de pé e o outro deita lateralmente encostando o bumbum no calcanhar do que está de pé. O aluno deitado coloca uma perna na frente e a outra atrás do corpo do aluno que está de pé, ficando como se fosse uma tesoura aberta, então realiza o movimento de tentativa de fechamento da 'tesoura' fazendo com que o outro aluno caia mantendo a guarda no rosto.



Descrição: Um aluno fica de pé e o outro deita lateralmente encostando o bumbum no calcanhar do que está de pé. O aluno deitado coloca uma perna na frente e a outra atrás do corpo do aluno que está de pé, ficando como se fosse uma tesoura aberta, então realiza o movimento de tentativa de fechamento da 'tesoura' fazendo com que o outro aluno caia mantando a guarda no rosto. O aluno que realizou a tesoura vai travar o pé que ficou por cima, colocar a mão oposta perto do ombro e retirar a perna de baixo levantando o quadril e realizando a joelhada.


Referências
TORRES, José Augusto Maciel; SANTOS, Carlos Alberto Conceição. Coleção Artes Marciais: Capoeira. ano 02 nº 12. Editora Online.
FREITAS, Jorge Luiz de. Capoeira Infantil: jogos e brincadeiras. 2ªed.

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Ginga e Golpes


Vamos de maneira pedagógica passar como trabalhar alguns aspectos na escola.

Ginga

Relembrando que a mesma já foi ensinada, dessa vez mostramos uma variação, ao invés da corda usamos lenços coloridos em forma de triângulos. Ficando com os pés nas  duas bases do triângulo, ensinamos a levar a perna para trás, colocando-a na ponta do triângulo, sendo uma de cada vez, mostramos o movimento dos braços, flexionados na frente do rosto (como defesa) e alternando com o movimento dos pés.


Depois a turma mostrar um certo domínio sobre o gingado começamos a trabalhar com musica para eles realizarem a ginga acompanhando o ritmo.
 
Como na Capoeira todos os golpes partem da ginga a partir do domínio da ginga introduzimos alguns ataques e defesas. 



Usado normalmente para entrar na roda, pode servir como ataque ou defesa. O Aú é uma espécie da estrelinha que conhecemos.
Veja como ensinar de forma facil e pedagógica para seus alunos:



Podemos usar de um aluno como apoio para a variação do Aú terminando com a ginga e um golpe (aproveitando para treinar).

 
 
 
 
Armada
 
É um golpe de ataque realizado em pé onde o capoeira apoia-se sobre uma das pernas enquanto a outra realiza o chute formando um arco. Veja melhor no vídeo:
 
 

 
 
 
 
Esquiva
 
Realizado como defesa, a esquiva é feita para fugirmos de um golpe do adversário.
 

 
Podemos Trabalhar tambem a Negativa que é uma forma de esquiva. veja no vídeo:


 
 
 
 
Como trabalhar isso na escola?
Fácil, depois de ensinar esses fundamentos de forma correta, usamos de brincadeiras e atividades lúdicas para tal trabalho. Os alunos aprendem enquanto se divertem. Veja no vídeo abaixo como trabalhar a ginga e a negativa na escola:
 
 

 
 
 
Para finalizar a aula formamos uma roda de capoeira e ao ritmo da música incentivamos os alunos um a um irem ao centro da roda e mostrarem para os outros o que aprenderam. Devemos nesse momento respeitar as particularidades e ensinar aos nossos alunos o mesmo.
 
 

 
 
Recebemos a visita de uma Capoeira
 
 
 
 
 
 
Referência

TORRES, José Augusto Maciel; SANTOS, Carlos Alberto Conceição. Coleção Artes Marciais: Capoeira. ano 02 nº 12. Editora Online.
FREITAS, Jorge Luiz de. Capoeira Infantil: jogos e brincadeiras. 2ªed.

Capoeira

 
 
Começamos a ensinar a capoeira na escola e logo de cara observamos certos preconceitos, para tanto devemos saber como trabalhar o assunto e como a comunidade na qual você como professor está inserido lida com isso. No geral podemos dizer que tirando esse preconceito é um assunto muito bom para se trabalhar na escola, pois faz uma retomada histórica do nosso povo e os baixinhos gostam de aprender. De forma pedagógica desenvolvemos certas atividades na escola para ensinar ao alunos alguns golpes, defesas e fundamentos da capoeira.
 
Cocorinha
É uma esquiva da capoeira na qual se abaixa de frente para o adversário de cócoras, apoia-se uma mão no chão (ao lado do corpo) e a outra mantém flexionada na frente do rosto em forma de defesa.
 
 
Meia-lua
É um movimento de ataque realizado de frente para o adversário. Na forma de um chute se realiza um ‘circulo’ no ar com a perna de fora para dentro. Mantendo o equilíbrio e o peso na perna oposta.
 
                                                                                  Fonte:http://www.educadores.diaadia.pr.gov.br/arquivos/File/tvmultimidia/imagens/5educacao_fisica/1ldp27.jpg






 


Benção
É um movimento de ataque realizado de frente para o adversário, com um chute frontal e os pés na posição plantar.

 








Fonte:http://www.google.com.br/imgres?num=10&hl=pt-BR&biw=1619&bih=730&tbm=isch&tbnid=6c1fcfaZlzfWEM:&imgrefurl=http://lutaseeducacaopucpr.blogspot.com/2012_08_12_archive.html&imgurl=https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEhYHdubbITN3X7c58YAHEG3brrEFBzzYx6pXwVJXxzTzslDvqnCd2TtCkDFAFUi67dRsofq8ADuNHXg-54ggbYd_UcVMdB0c4FQRSQ5lEfCudTzIQgKpQYi2Vc8_NjeDz0977cSw1LWT3I/s1600/bencao.jpg&w=1181&h=1377&ei=RXNFUJv2KYqo6wH38oGwAQ&zoom=1&iact=hc&vpx=538&vpy=170&dur=2831&hovh=242&hovw=208&tx=147&ty=103&sig=105102993076831603925&page=1&tbnh=158&tbnw=143&start=0&ndsp=21&ved=1t:429,r:2,s:0,i:93


Capitão do mato
A brincadeira visa o treino da cocorinha e da meia lua. Os dois movimentos devem ser ensinados anteriormente. O capitão do mato deve pegar os escravos que estaram fugindo do quilombo, assim que forem pegos os escravos devem ficar na posição de cocorinha (colados) e os outros escravos tentam o descolar realizando uma meia lua por cima da sua cabeça. Podemos nessa mesma brincadeira usar outras variações mudando os golpes.
 
 

No vídeos podemos observar que os alunos após realizarem a meia-lua viram de costas e batem as mãos, sendo assim uma variação.
 
Ginga
Conforme o mestre Decânio afirma na Coleção Artes Marciais: Capoeira de Torres e Santos a ginga consiste “no movimento ritmado de todo o corpo, acompanhando o toque do berimbau, com a finalidade principal de mantê-lo relaxado, com seu centro de gravidade em permanente deslocamento, pronto para esquiva, ataque, contra-ataque ou fuga.” Podemos ainda dizer que “o gingado é a alma da Capoeira” segundo o Mestre Bimba.
 
Como ensinar a ginga na escola?
De maneira pedagógica devemos pedir para que as crianças espalhadas em tabuleiro façam um triângulo no chão com a corda. Ficando com os pés nas duas bases do triângulo.
1º Ensinamos a levar a perna para trás, colocando-a na ponta do triângulo, sendo uma de cada vez.
2º Mostramos o movimento dos braços, flexionados na frente do rosto (como defesa) e alternando com o movimento dos pés.


 
3º Após a turma mostrar um certo domínio sobre o gingado colocamos uma musica para eles realizarem a ginga acompanhando o ritmo.
4º Para variação da ginga ensinamos aos alunos como realizar alguns golpes a partir da mesma, como a meia-lua que já foi trabalhada no inicio dessa aula.
 

Podemos ensinar a Armada de maneira didatica tambem, veja no vídeo abaixo:

 
 
 Podemos ensinar a Armada de maneira didatica tambem, veja no vídeo abaixo:


 
Ritmo
O ritmo da capoeira pode variar entre o rápido e o forte, dentro da roda, ele vai depende do mestre que vai ditar a sua variação. Porém ele vai ser em 3 tempos, sendo 2 fracos e 1 forte.
Na escola usamos musicas para ensinar as crianças como a exemplo: Café com pão, café com pão (acompanhada de palmas).
 
 
 
 
 
Referência

TORRES, José Augusto Maciel; SANTOS, Carlos Alberto Conceição. Coleção Artes Marciais: Capoeira. ano 02 nº 12. Editora Online.
FREITAS, Jorge Luiz de. Capoeira Infantil: jogos e brincadeiras. 2ªed.

domingo, 19 de agosto de 2012

Resenha Crítica do artigo: CAPOEIRA: A HISTÓRIA E TRAJETÓRIA DE UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL

Lussac & Tubino em CAPOEIRA: A HISTÓRIA E TRAJETÓRIA DE UM PATRIMÔNIO CULTURAL DO BRASIL, narram à trajetória da Capoeira, que foi reconhecida como patrimônio cultural imaterial do Brasil pelo IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional) em 2008. Primeiro é preciso entender que a Capoeira não se manifestou sempre da mesma maneira. Ela esteve constantemente se adequando a mudanças institucionais, do âmbito esportivo e da Educação Física e de conjuntura político-social advindas da modernidade. Todas essas mudanças fizeram com que a capoeira fosse encontrada de diferentes maneiras em distintas épocas e locais. Muitos pesquisadores, de diferentes áreas têm investigado sua origem, porém isso ainda é algo incerto. O que se sabe é que sua prática começou a ser documentada, enquanto pratica corporal, a partir da primeira década do século XIX no Rio de Janeiro. Antes disso a palavra Capoeira era usada para designar várias coisas como o jogo-luta, o jogador, malfeitores, ladrões e bandidos em geral. No inicio do século XIX era uma pratica de negros, indígenas e mestiços. Foi no transcorrer do século (mais ou menos na segunda metade) que começou a ser praticada no meio urbano, contando com a presença de jogadores “livres”, de todas as cores e raças, inclusive imigrantes europeus e da elite social.

Figura 1- Negros Jogando Capoeira
                                          
Sinhozinho foi o maior expoente e treinador de Capoeira no Rio de Janeiro.

                                                                    Figura 2- Sinhozinho
                                                         Fonte: http://www.geocities.ws/acupa_capoeira/mestre_sinhozinho.gif

Os lugares de maior prática da capoeira eram: Rio de Janeiro, Recife e Salvador. Dentre eles o que sofreu menor repressão na prática da cultura corporal do jogo foi Salvador, por isso foi lá que a Capoeira teve espaço para se desenvolver e aprimorar-se, entretando a influência do Rio de Janeiro na Capoeira é notória, já que ela é conhecida também como jogo capoeira ou carioca ou jogo do carioca. O problema da Capoeira começou porque no Rio de Janeiro alguns grupos a utilizavam como forma violenta de impor suas estratégias. Isso manchou a reputação dessa prática corporal. Quando a republica é proclamada esse quadro muda, pois a capoeira é proibida em ruas e praças públicas. Começa uma repressão fortíssima da Capoeira do Rio de Janeiro. Sendo que muitos jogadores foram deportados para Fernando de Noronha. No final do século XIX a capoeira do Rio de Janeiro não havia sido completamente extinta, mas a malta sim. Malta, eram os grupos de vagabundos desocupados. Depois desse quadro a Capoeira carioca nunca mais foi à mesma. Sendo assim, os capoeiras (como eraqm conhecidos os jogadores) acabam procurando novos rumos para suas vidas. Muitos foram para a Bahia e Salvador, onde a pratica da Capoeira era denominada vadiagem. Alguns partiram para a malandragem, que é o que muitos pensam quando se fala em capoeira ainda hoje. No final do século XIX alguns intelectuais já defendiam a pratica da capoeira como ginástica e luta nacional, orientada a partir de regras e que poderia ser usada para treinar militares e condicionar os jovens. Mas foi no século XX, com a obra de OFEREÇO, DEDICO E CONSAGRO: O Guia do Capoeira ou Ginástica Brasileira (1907), seguida de outras, que a visão dessa pratica começou a tomar um rumo diferente.
É na Bahia, que como já foi dito, não sofreu com a repressão da Capoeira, que Mestre Bimba cria uma luta regional baiana, que mais tarde ficou conhecida como Capoeira Regional.Ele coloca movimentos bonitos, grandes, conhecidos como floreios.



                                                                                      Figura 3- Mestre Bimba
                                                  Fonte: http://jeitobaiano.atarde.uol.com.br/wp-content/uploads/2009/07/foto7.jpg

O objetivo era se desvincular da má fama que o Rio de Janeiro havia deixado na Capoeira e obter maior aceitação. Se hoje em dia ainda existe preconceito em relação a essa prática, imagine nessa época, quando tudo ainda era muito recente e a sociedade era mais conservadora. Tal mudança gerou um novo movimento de capoeiristas da região que denominavam sua prática como Capoeira Angola. Era uma oposição a Mestre Bimba e um movimento de reivindicações socioculturais e identitárias dos praticantes. Esta era a Capoeira tradicional, advinda da senzala. As duas modalidades de Capoeira se espalharam pelo Brasil. O que fez o sucesso da capoeira baiana de Mestre Bimba foi seu caráter lúdico. O jogo-brinquedo da capoeira ao som de instrumentos como berimbau que surgem apenas no século XX, mas que não existiam na violenta capoeira carioca. Após 1950 a capoeira carioca começa a sofrer alterações com ajuda advinda de jogadores baianos radicados no Rio de Janeiro. Hoje é praticada em diversos países e tem um maior espaço no meio acadêmico, se comparado a um tempo atrás, mas por ser um patrimônio cultural nacional, deveria ser melhor estudada e aproveitada nesse âmbito. “A capoeira, de origem brasileira, hoje incentivada, protegida e amparada por lei federal, é considerada uma das práticas esportivas mais complexas e completas da humanidade” (BRASIL, 1998). Isso nos mostra que em teoria, a capoeira já foi livre de preconceito, o grande problema é que o preconceito mora na cabeça das pessoas. Tal prática ainda está muito relacionada ao misticismo, afastando as pessoas de si por falta de conhecimento. É um artigo de suma importância para acadêmicos da área de Educação Física, pois creio que temos uma visão ainda muito limitada do que seja a Capoeira e Profissionais que já atuam na área já que estes precisam estar em constante aprendizado e reciclagem de conhecimentos. Historiadores e Sociólogos também deveriam se aprofundar nesse estudo, pois assim poderíamos abordar de uma maneira mais enfática a origem da Capoeira.

sexta-feira, 29 de junho de 2012


E dai galera prontos pra mais uma? Agora é pra valer! Rosilete dos Santos, a Musa do Boxe Brasileiro, vai defender hoje, pela QUARTA vez, seus dois títulos mundiais unificados! Simplismente os dois melhores títulos do mundo, WIBA e WPC! Rosilete afirmou, em seu perfil no facebook, que essa será a luta mais difícil da sua carreira! O L.S.A com certeza estará apoiando a melhor do mundo!
VAMOS COM TUDO ROSILETE!


terça-feira, 12 de junho de 2012



PLANOS DE AULA KARATÊ
Professor: Stephany
Disciplina: Educação Física
Tema: Jogos de ataque defesa

Data: 25/05/2012
Horario: 07h15min

Tempo: 45 min.

Objetivo Geral: desenvolver rapides e precisão, noções de lateralidaee espaço e atenção aplicada a comendo de voz.

Conhecimentos prévios dos estudantes: domínio das ações motoras de locomoção.

Objetivos Específicos:

- Estimular as ações motoras de ataque e defesa.

 

- Desenvolver ações ágeis e precisas.

 

-  Estimular audição e ações coordenadas por voz.

 

- Reconhecer espaços e ações motoras de locomoção.

Conteúdos: ataque e defesa

 Procedimentos Metodológicos:


Aquecimento (10 min.):

Alongamento: membros inferiores e superiores.

“Pega-Rabo”

Cada aluno receberá uma espécie de rabo (pedaço longo de papel ou barbante),este no qual deverá ser preso na calça do aluno simulando um rabo. O objetivo será pegar o maior numero de rabos possível.

 

Aula propriamente dita (20 min.):

“Jokei-Po”

A turma será dividida em duas equipes,será um jogo semelhante ao jokei-po,porém os gestos modificados utilizando os de ataque e defesa do karate. Para ataque serão utilizados o soco na altura do rosto e o chute na altura da cintura e pra defesa a defesa alta para socos e a defesa baixa para chutes. Sendo desnecessário o contato propriamente dito se desenvolverá conforme o jekei-po, oponentes frente a frente e ao ouvir-se: “Jokei-Po!” Deverão realizar sua ação de ataque ou defesa,assim sendo o vencedor aquele que bloquear a ação de seu oponente corretamente.

Volta a calma (10 min.):

A turma será dividida em duas equipes e cada equipe em dois grupos,um grupo de cada equipe será vendado os olhos e levados para um lado da quadra,do outro lado da quadra ficarão os grupos que estão sem a venda,estes deverão conduzir seus companheiros desviando de cones devidamente posicionados na trajetória até eles, utilizando somente o comando de voz.

Avaliação da aula e dos objetivos: Observação dos aspectos cognitivo, motor e  social.

Materiais: Quadra poliesporiva, cones e papel.

Referencias: http://worldfight3.blogspot.com.br


 

Professor: Joice Carvalho Ferreira

Disciplina: Educação Física licenciatura

Tema: Kumite

Data: 25/05/2012

Horário: 8h00min

Tempo: 45 min.

     Objetivo Geral: desenvolver contato próximo com o oponente através da aproximação da  técnica do

Kumite.


Conhecimentos prévios dos estudantes: Domínio das ações motoras de locomoção e ataque e defesa
Objetivos Específicos:

- Estimular as ações motoras de ataque e defesa.

- Desenvolver o equilíbrio, harmonia, vigor físico e espiritual através do rigoroso e disciplinado treinamento.

- Resolver as situações de conflito surgidas com os colegas na realização das práticas corporais, por meio do diálogo.

- Participar de práticas corporais que possibilitem o reconhecimento do corpo como meio de comunicação, de expressão e de atuação nas relações sociais.

Conteúdos: Karatê - kumite
Procedimentos Metodológicos:

Aquecimento (10 min.):

 “Funakoshi e os ninjas do mal”.

Nesse primeiro momento o professor cantará uma música onde será apresentado o fundador do Karatê, (Funakoshi) e os principais movimentos utilizados da luta, a música será cantada do bater de palmas e andando em circulo, a cada movimento que o professor citar os alunos terão que repetir, os movimentos serão: soco(braço esticado à frete na altura da cabeça), margarida(perna esticada para frente, como se fosse um chute), defesa alta(antebraço protegendo a cabeça), defesa baixa(braço para baixo, como um soco para baixo) e tira espada( mão saindo da cintura e parando a frente do queixo). Após isso o professor vai escolher um aluno para ser o Funakoshi e os outros amigos serão os ninjas do mal, o Funakoshi terá que pegar o maior número de ninjas do mal que conseguir, o colega que for pego deve ficar congelado na posição de soco, para descolar esse colega, um amigo que ainda não foi congelado deverá fazer defesa alta, depois que todos os amigos passaram pelo congelamentoo professor vai escolher outro Funakoshi para pegar os ninjas do mal, que agora quando foram congelados, ficaram da posição de margarida, e os amigos que não estão congelados irão descongelar com a defesa baixa.

 

Aula propriamente dita (20 min.):

“Aprendendo a Lutar”

A turma será dividida em duplas. Os alunos montaram uma sequência combinada de soco, defesa alta e tira espada, simbolizando uma luta. (5min).

Após isso, montaram uma sequencia de margarida, defesa baixa e tira espada, simbolizando uma luta. (5min).

Com as sequências prontas os alunos farão a apresentação, uma dupla por vez. (10min).

 

Volta à calma (10 min.):

A turma será dividida em equipes, cada equipe vai escolher um movimento para todos realizarem entre: defesa alta, defesa                       baixa, soco e margarida, sem que a outra equipe saiba e ao mesmo tempo farão o movimento para saber qual acertaria o golpe.

Regra: Defesa alta ganha de soco, Defesa baixa ganha da margarida, soco ganha de defesa baixa e margarida ganha de defesa alta.

Avaliação da aula e dos objetivos: A Avaliação vai ter peso maior na atividade “ Aprendendo a Lutar”, onde o aluno deverá aplicar o conhecimento obtido na aula, sobre os movimentos básicos do Karatê. 

Materiais: Sala de aula com Tatame e espelhos.

Referencia: BLOG L.S.A. Disponível em: < http://www.lsalicenciatura.blogspot.com.br/>. Acesso em 24 mai 2012.

 


 


Professor: Emanuele Naira Quadros

Disciplina: Educação Física Licenciatura
Tema: História e Filosofia do Karate
Data: 25/05/2012
Objetivo Geral: Desenvolver o conhecimento sobre o Karatê, sua história e filosofia. 
Conhecimentos prévios dos estudantes: Domínio das ações motoras de locomoção.

Objetivos Específicos:

- Estimular as ações motoras de: correr e andar.

- Resolver as situações de conflito surgidas em grupos na realização das práticas, por meio de estratégias simples.

- Participar de práticas corporais que possibilitem o aperfeiçoamento das ações motoras e cognitivas trabalhando juntas.

- Desenvolver a atenção e concentração nas explicações dadas pela professora.

- Estimular a criatividade.

 

Conteúdos:

História                                                                                   Filosofia

- Budô                                                                           - Prazer em praticar

- A luta como autodefesa/com as mãos                   - Costume

- Origem                                                                        - Reverência

- Templo Shaolin                                                           - Disciplina

- Guerra Japão X Coreia e China                                 - Autocontrole

- Primeiro Campeonato Mundial (1970)                      - Perseverança

                                                                                         - Respeito

                                                                                          - Formação de Caráter

 

Procedimentos Metodológicos:


 

Parte Inicial (10 min):

Dispor a turma sentada em circulo, a professora conta a história, o que é e a filosofia do Karate de maneira teatral, interagindo com os alunos. Perguntando sobre aspectos e situações, deixando os mesmos livres para fazerem perguntas e participações proveitosa.

 

Aquecimento (05 min.):

Em tabuleiro, encenar de forma lúdica e simples a história do Karate. Auxiliar os alunos, mas, estimular a criatividade deles.

Alongamento

Membros inferiores, superiores.

 

Aula propriamente dita (20 min.)

 

“Caos”

 

Separar a turma em duas equipes, cada uma escolhe um nome que tenha relação com o Karate. Pela quadra estarão espalhados diversos papéis pequenos com nomes e seus respectivos números (essa atividade devera ser preparada antes). Cada equipe jogará o dado para ver quem começa, decidido, a equipe joga o dado e corre (todos juntos) atrás da palavra com o número correspondente. Ao encontra-la deverão ir até a professora e falar a palavra, a mesma vai conferir na sua folha. Se estiver certo ela da uma prenda para a equipe, assim que eles realizarem jogam o dado novamente, o valor que aparecer é somado com o anterior. A brincadeira acaba quando uma das equipes achar o último número (tal numero ficara a critério do professor, e depende geralmente do tamanho da turma e do tempo disponível) que nessa atividade será 25. Os nomes nos papéis serão referentes ao Karate, mas, podemos mudar a temática sempre que necessário.

 

 

“Ninja do Mal X Karatekas do Bem”

 

Um aluno é escolhido para ser o pegador ninja do mal (trabalha princípios como- desobediência, rebeldia, mentira e violência), o restante dos alunos serão os Karatekas do bem (trabalha valores como amor, humildade, respeito e obediência) que devem fugir do ninja. Quem for pego deve ficar parado na posição agachado e pra ser descolado, seus colegas deverão realizar um abraço. O aluno que for pego 3 vezes vira o Ninja do Mal.

 

 

Volta à calma (10 min.):

Divididos em 4 equipes os alunos irão sortear palavras/imagens das ações do Karate (podemos usar membros da história, ações de ataque e defesa, princípios filosóficos, entre outros) para fazer mímica. As outras equipes tentarão adivinhar sobre o que se refere.  Após 3 rodadas (ou conforme o professor perceber a evolução da turma) os próprios alunos deverão escolher uma parte da história ou dos princípios filosóficos para realizar a mímica.

Avaliação da aula e dos objetivos: Avaliação individual de 5 crianças. Observação dos aspectos cognitivos, motor e social.

Materiais: Quadra poliesportiva, papel, durex, prancheta e dado grande.

Referencias:

BLOG L.S.A. Disponível em: < http://www.lsalicenciatura.blogspot.com.br/>. Acesso em 24 mai 2012.

LUBES, Aldo. Caminho do karatê. Ed. Da UFPR: Curitiba, 1991.

SASAKI, Yasuyuki; SILVEIRA, José Carlos Freitas da. Manual de Educação Física. Vol 5. São Paulo: EPU, 1974-78.

Professor: Gabriela de Moura


Disciplina: Educação Física


Tema: Kata


Data: 25/05/2012


Horario: 11h00min


Tempo: 45 min.


    Objetivo Geral: desenvolver as técnicas básicas de movimentação, ataque e defesa através do Kata


Conhecimentos prévios dos estudantes: domínio das ações motoras de ataque (Tori Waza)


e defesa (Uke Waza) e técnicas de base (Dachi Waza).  

Objetivos Específicos:


 

- Estimular as ações motoras de ataque e defesa;

- Construir outras possibilidades de movimentos de ataque e defesa em dupla e em grupos;

- Proporcionar aos alunos momentos de vivência com os colegas, mostrando que ninguém vive sozinho;

- Participar de práticas corporais que possibilitem o reconhecimento do corpo.

 

Conteúdos:

-Tori Waza (Técnicas de ataque)

 

- Uke Waza (Técnicas de Defesa)

 

- Dachi Waza (Técnicas de Base)

 

- Kata

 

Procedimentos Metodológicos:


 

Aquecimento (10 min.):

 

“Estátua de técnicas de Base”

A turma deverá andar pela quadra livremente ao ritmo de uma música que estará tocando. Na falta de música, poderá ser ao ritmo de um estímulo sonoro (apito ou palmas). O professor vai ficar no comando da música, quando ele parar a música, os alunos devem escolher uma das técnicas de base (base avançada, base do cavaleiro ou base recuada) e formar uma estátua nessa posição.  Nos primeiros 05 minutos da atividade as estátuas devem ser formadas individualmente, nos outros 05 minutos as estátuas devem ser formadas em duplas (que no transcorrer do tempo podem ser variadas em duplas de meninos, duplas de meninas e duplas mistas) onde, de alguma forma, as bases devem se tocar e não se soltar até que a música volte a tocar. O primeiro aluno que se mexer toma o lugar da professora como DJ do Karate e os outros ficam como fiscais, observando se os companheiros se mexem. Quem se mexer vai deixando a brincadeira e se tornando fiscal de base.

 

Aula propriamente dita (30 min.):

“Lutando com quatro ninjas”

Segundo (Nakayama, 2003) o Kata é uma luta imaginária com dois ou mais adversários vindo das quatro direções. Os alunos devem se espalhar pela quadra na posição de tabuleiro e bem espaçados entre si, para evitar tocar uns nos outros. A atividade consiste em criar um Kata nas quatro direções. A técnica não é importante aqui. Basta que os alunos usem os conhecimentos prévios de técnica de base, ataque e defesa. O primeiro momento da atividade de criação do Kata é individual e pode ser realizado ao som de uma música ambiente. Tempo= 5 minutos

 

 Kata em dupla

Com seu Kata já formado, cada aluno deve escolher um companheiro. Cada aluno vai ensinar seu Kata para o colega que escolheu como dupla e vai aprender o Kata do seu companheiro também, juntando os dois Katas em um só. O objetivo é aumentar o acervo motor e fazer com que o Kata vá tomado proporções maiores. Tempo= 10 minutos

“Kata em Grupo”

Os alunos vão formar grupos, variando conforme a quantidade de alunos existentes em cada turma. O ideal é que sejam formados grupos de aproximadamente 4 ou 5 alunos. Nesta atividade deve se formar apenas um Kata, que deve surgir a partir da sequência do Kata de cada um dos alunos do grupo. Os alunos devem ensaiar para apresentar o Kata nos últimos 5 minutos de aula. Tempo=15 minutos

 

Volta à calma (5 min.):

Cada grupo apresenta o seu Kata ao som de uma música ambiente. Enquanto um grupo apresenta, os outros grupos devem estar sentados e prestando atenção na apresentação.

Avaliação da aula e dos objetivos

Avaliação individual de 05 crianças. Observação do aspecto de trabalho em grupo e aspectos motores relacionados à aula. 

Materiais: Rádio, CD ou Pen Drive com música apropriada para crianças da faixa etária.

Referências: Todas as atividades aqui realizadas foram retiradas do presente trabalho.


 

Professor: Gabriela Labes


Disciplina: Educação Física licenciatura


Tema: ataque e defesa


Data: 25/05/2012


Horario: 00h00min


Tempo: 45 min.


   Objetivo Geral: Desenvolver o conhecimento de jogos de ataque e defesa.


   Conhecimentos prévios dos estudantes: domínio das ações motoras de locomoção


   Objetivos Específicos:


 

 - Estimular as ações motoras de ataque: agarrar, reter e de defesa: esquivar – se, livrar-se

- Construir outras possibilidades de movimentar-se corporalmente, reelaborando as práticas vivenciadas, com apoio dos professores e dos colegas

-Resolver as situações de conflito surgidas com oscolegas na realização das práticas corporais, por meio dodiálogo.

- Participar de práticas corporais que possibilitem o reconhecimento do corpo como meio de comunicação, de expressão e de atuação nas relações sociais

Conteúdos: ataque e defesa

Procedimentos Metodológicos:


 

Aquecimento (10 min.):

Tirar o outro da roda: Faz-se uma demarcação no chão onde caibam dois alunos, um de frente para o outro. Ao sinal do professor, ambos devem empurrar ou puxar o colega para tirá-lo da roda. Podem ser feitas variações havendo contatos só com os pés, só com as mãos ou com o corpo todo. Assim deverão se defender tanto com defesa alta, media ou baixa ( Jodan, Chudan ou Guedan) e também não deixando de atacar para tirar o colega da demarcação.

 

Aula propriamente dita (20 min.):

“Brincadeira da bexiga”

A turma será dividida em 2 equipes. Uma equipe será composta pela mesma quantidade de alunos da outra equipe, deverão eles fazer duplas. Cada grupo ficará em um lado da sala, ate o comando do professor pra começar. O grupo devera permanecer sempre com a quantidade inicial de bexigas que um da dupla ira amarrar em seu tornozelo, assim cada grupo defenderá com defesa alta, media ou baixa(Jodan, Chudan ou Guedan)  suas bexigas, e tentara estourar as bexigas do outro grupo.

Obs. As duplas deverão estar com uma das pernas amarradas e jamais soltar ate o fim da brincadeira, caso isso aconteça a dupla sai da brincadeira..

 

Volta à calma (10 min.):

“Telefone sem fio”.

Os alunos deverão sentar em circulo e o professor escolhera um aluno para começar a brincadeira. O aluno escolhido devera fazer o movimento relacionado ao caratê e o seu colega que este do seu lado devera repetir, ultimo colega que refazer o movimento devera também dizer o nome do movimento executado pelo primeiro colega.( chutes, socos, defesas e ataques)

Avaliação da aula e dos objetivos: Avaliar os critérios pedidos e as regras respeitadas. Desenvolvimento e atenção, movimentos e rapidez.

Materiais: Uma sala, tatames ebexigas.
Referencias: Presente trabalho





kata



 É um conjunto de movimentos de ataque e defesa e está presente nos mais diversos tipo de artes marciais, podendo ser realizado em conjunto ou individualmente. 

O objetivo do kata é ajudar no desenvolvimento das aptidões psicológicas e físicas necessárias para o verdadeiro combate ( BRASIL, 1998).
No Karate, descreve uma simulação de combate detalhada de movimentos, que é praticada individualmente ou em equipe. Antes de executá-lo, o praticante deve passar por uma prática de técnicas fundamentais, para que possa  executá-lo com maior disciplina e perfeição ( Sasaki, 1978).

AT1)  Kata  individual. 
Primeiramente deve se apresentar tais movimentos , é interessante que em um primeiro momento este contato seja individual, assim estimulando a memória dos alunos em relação a sua experiencia anterior com o Karate e seus movimentos de ataque e defesa.








AT2) Kata  em equipe.
Nesta segunda atividade a turma é divida em grupos e deverão montar um "coreografia" do Kata aonde o grupo deve fazer os mesmos movimentos, leves e em sincronia, demonstrando paciência e o equilíbrio com seus movimentos.
Além do mais, o Kata faz com que uma pessoa tenha domínio da luta, ou seja, ela controla o espaço entre si e seu adversário. Os Kata, quando foram desenvolvidos, tiverem como modelo principal os movimentos que certos mestres tiveram que usar em situações reais de perigos contra dois ou mais adversários.






Em qualquer arte marcial, a simulação inserta num Kata representa uma sequência de movimentos, ataque e defesa numa luta imaginária. Cada ataque deve ser executado como se o oponente estivesse em sua frente, para atingi-lo, e cada defesa deve ser executada como se o adversário estivesse mesmo a atacá-lo, em uma situação real de perigo. Cada movimento tem sua interpretação, devendo ser respeitado seu e tempo e aplicação (BRASIL, 1998).